Em abril de 2018 o azeite Brasileiro fez bonito no concurso de Nova Iorque.

 

Entre mais de 1.000 produtos inscritos de todas as partes do mundo o Brasil emplacou 5 medalhas (1 melhor da classe, 2 de ouro e duas de prata), ficando em 10º lugar no concurso. O primeiro colocado entre os países da América do Sul (Argentina e Chile ficaram com 3 medalhadas cada).

 

Nada mal para quem há dez anos praticamente não tinha produção nenhuma. Esse resultado confirma a característica da produção brasileira, que por enquanto está nas mãos de pequenos produtores entusiastas pelo produto, que focam em qualidade.

 

Concentrada na serra da Mantiqueira e no extremo sul do Brasil, quase na fronteira com Uruguai, em sua maioria as empresas brasileiras produtoras de azeite são pequenas e conduzidas por pessoas apaixonadas pelo produto, preocupadas em produzir azeite de qualidade. Isso está se refletindo nos prêmios.

 

Por um lado, isso é bom. Mas os produtos são caros, produzidos em pequena escala e difíceis de encontrar.

 

Com o tempo é esperado que esse mercado interesse a grandes investidores que irão buscar produtos mais simples e em maior quantidade, aumentando a disponibilidade. 

 

Mas não deixa de ser uma boa notícia saber que os brasileiros provaram ao mundo que além de consumir muito, também sabem fazer azeite de qualidade.

 

Os azeites premiados: Fazenda Irarema, best in class, Prosperato Picual e Prosperato Koroneike com ouro e Borrielo e verde Louro com prata. 

 

O Azeite Brasileiro faz bonito 

em Nova Iorque

AZEITE PREMIUM